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Bacias Hidrográficas do Brasil

 

 

Bacias Hidrográficas do Brasil

Bacias hidrográficas 

Nosso país é o mais rico em rios do mundo: detém 8% de toda a água doce que está na superfície da Terra. 

A maior bacia fluvial do mundo também fica no Brasil – é a Amazônica, claro. Só o grandioso rio Amazonas deságua no mar um quinto de toda a água doce que é despejada nos oceanos

Tipos de rios

No Brasil, há rios com os mais diferentes aspectos. 
As águas que os alimentam vêm das chuvas e por causa de nosso clima tropical, muito chuvoso, a maioria dos rios brasileiros nunca seca. 

Mas há exceções: rios temporários que somem nas secas, como é o caso do rio Jaguaribe (no Ceará). Também existem rios que se tornam subterrâneos e depois voltam a ficar visíveis, como o Paraguaçu (na Bahia). 

Como a maior parte do relevo brasileiro é ocupada por planaltos, é também por eles que correm os nossos rios. 
Encachoeirados, com grandes desníveis entre a nascente e a foz, eles têm grandes quedas-d’água. 

Algumas delas são: Urubupungá, no rio Paraná; Iguaçu, no rio Iguaçu; Pirapora, Sobradinho, Paulo Afonso e Itaparica, no rio São Francisco. Temos ainda os rios que correm nas planícies, menos abundantes no Brasil. 

Exemplos: os da bacia Amazônica, localizados na região Norte, e os da bacia Paraguaia, localizados na região Centro-Oeste, ocupando vastas áreas do Pantanal Mato-Grossense 

Rios de planalto

A maior parte de nossos rios é de planalto e tem uma grande importância na economia nacional.

Muitos deles apresentam inúmeras quedas-d’água – caso das Cataratas do Iguaçu, no Paraná (foto ao lado), que podem ser excelentes fontes para a produção de energia. 

Cerca de 91% de toda a energia elétrica produzida no Brasil tem origem nas usinas hidrelétricas. 

São gerados 58 milhões de quilowatts anuais nas 93 usinas em funcionamento, mas o potencial hidrelétrico de todas as bacias hidrográficas brasileiras chega a 260 milhões de quilowatts. 

Mas os desníveis bruscos e acentuados, as quedas e as cachoeiras dificultam a navegação. 
Mesmo assim, os trechos navegáveis das bacias típicas de planalto são aproveitados para integrar a economia regional. 

O melhor exemplo é o do rio São Francisco, que tem 1.300 km navegáveis, entre Pirapora (Minas Gerais) e Juazeiro (Bahia) e trechos encachoeirados aproveitados para geração de energia elétrica nas usinas de Paulo Afonso, Sobradinho, Moxotó, Xingó e Três Marias. 

No mesmo caso encontra-se a bacia do Paraná, bastante explorada por hidrelétricas e que vem aproveitando os trechos navegáveis para a integração regional com o sul do continente. 

Nela foi criada a Hidrovia Tietê-Paraná, importante via de transporte de mercadorias para o Mercosul – Mercado Comum do Sul.

Rios de planície

São usados basicamente para a navegação fluvial, pois não apresentam saltos, cataratas ou cachoeiras em seu caminho. 

O Amazonas, por exemplo, é navegável desde sua foz, no oceano Atlântico, até a cidade de Iquitos, no Peru. 
O número impressionante de seus afluentes, mais de 7 mil, permite a navegação em mais de 230 mil km. 

Com as cheias periódicas, há uma rede de canais e braços de rios, como os igarapés, que são estreitos cursos-d’água. 
Todos eles transformam-se em verdadeiras estradas de água. 

Além de servirem como hidrovia, os rios amazônicos têm também uma fauna riquíssima, com cerca de 1.400 espécies de peixes que são a base da alimentação para a população da região Norte.

Outra bacia muito utilizada na navegação é a do Paraguai, localizada numa extensa planície, no centro do continente sul-americano. 

Uma de suas características é a facilidade de integrar-se a outras bacias, principalmente à do Paraná, por meio dos rios Prado e Coxim.

- Planalto: unidade do relevo onde há predominância de processos de erosão e retirada de materiais.
- Planície: unidade do relevo com predominância de processos de depósito de sedimentos.
- Semi-árido nordestino: região do Nordeste com clima bastante seco e vegetação castigada.

Bacias hidrográficas

Um rio e seus afluentes formam uma bacia fluvial ou hidrográfica. 

Para facilitar os estudos, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) separou os rios brasileiros em nove bacias. Seis delas são chamadas bacias autônomas: têm um rio principal e seus afluentes. 

As outras três (bacias do Nordeste, do Sudeste e do Sul) são chamadas bacias agrupadas, pois não têm um rio principal que as nomeie.

 

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